sábado, 25 de outubro de 2008

drogas e a adolescencia


DROGAS NA ADOLESCÊNCIA
Não é um fenômeno único e isolado, o fato do grande aumento do uso de drogas entre os adolescentes, durante a década passada, no Brasil, Estados Unidos e em outros países. Acreditava-se que, na década de 60 os jovens passaram a consumir mais drogas com o advento da cultura e essa crença limitava-se somente aos jovens. Tal crença é uma ilusão e só pode obstruir as tentativas de se colocar o problema em perspectiva adequada.

O emprego e abuso propagado de drogas não se restringem aos adolescentes e não começou com o advento da cultura jovem dos anos 60, como qualquer um que tinha 20 anos na década de 20 pode atestar.

Conquanto possa haver diferenças significativas entre as gerações no que concerne aos seus padrões de uso de drogas, a sociedade mais ampla, da qual os adolescentes são uma parte, vem-se desenvolvendo como uma "cultura da droga" há muitos anos. Por exemplo, de um quarto a um terço de todas as prescrições médicas atualmente feitas no Brasil, Estados são para estimulantes ou comprimidos para regime (anfetaminas) ou tranqüilizantes. Entre 1964 e 1977, as receitas de Valium e Librium, os dois tranqüilizantes mais usados, aumentou de 40 para 73 milhões por ano, só nos Estados Unidos.

Revistas, jornais, rádios, televisões bombardeiam as pessoas com mensagens insistentes de que o alívio para quase tudo - ansiedade, depressão, excitamento - depende "exatamente de engolir mais um comprimido". Nas palavras de um garoto de 13 anos: "Espera-se que nós não tomemos drogas, mas a TV está cheia de comerciais mostrando pessoas correndo para obter seus comprimidos porque alguma coisa as incomoda". Os adolescentes que adotaram essa maneira de ver como a vida deve ser conduzida podem

apenas estar refletindo modelos sociais e paternos.

Através de pesquisas têm se mostrado que, os jovens cujos pais fazem uso significativo de drogas como álcool, tranqüilizantes, fumo, sedativos e anfetaminas são mais inclinados que os outros adolescentes a usar maconha, álcool e outras drogas. Como me disse um garoto de 15 anos: "Em minha casa, não se pode espirrar sem tomar algum comprimido. Minha mãe está sempre tomando alguma coisa para dor de cabeça, e meu pai para ficar acordado a fim de trabalhar à noite. Eles não são alcoólatras, mas certamente bebem muito. Assim sendo, sou algum criminoso por fumar maconha?”.

Embora muitos adolescentes estejam se tornando dependentes de drogas de alto risco, a maioria não está. Apesar das predições lúgubres do fim dos anos 60 de que estávamos na iminência de uma "epidemia" de uso de drogas entre adolescentes, nada disso realmente aconteceu. O uso da maconha, álcool e fumo está disseminado entre os jovens; mas o uso das drogas da "contracultura", como o LSD e outras substâncias, inalantes (cheirar cola), estimulantes (anfetaminas) e calmantes (barbitúricos) e produtos que ingressaram mais recentemente no campo das drogas da juventude, como heroína, cocaína, PCP ("pó de anjo"), quaaludes etc., não tem sido detectado senão em uma de cada cinco pessoas nos Brasil, (e o índice geralmente é menor em outros países ocidentais). Muitos dentre os antigos consumidores ocasionais abandonaram tais drogas sem as substituir por outras.

Não podemos tapar o sol com peneira, não há lugar para complacência. Embora seja certo afirmar, por exemplo, que "apenas" de 3% a 5% dos estudantes de nível colegial no Brasil, já experimentou maconha, isso significa mais de um milhão de jovens. Além disso, o uso de drogas "tradicionais" (isto é, de adultos), sobretudo o álcool, tem aumentado nos últimos anos, mais notavelmente entre os adolescentes mais jovens.
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beijar, qual e o adolescente que nao gosta?

Você já beijou hoje!?!

A primeira estratégia da sedução

Kiss, beso, kissu, küchen, baiser, tzub, su-ub, pitér, felia, xkyss, potselui, neshiká, enfim beijo! Uma “arte” considerada como um dos principais ingredientes de nossa vida afetiva. Existem os frios e os ardentes, os obrigados e os hiperdesejados. É o primeiro contato carnal mais caliente, isso depois de muitos olhares e flertes, mãos dadas e abraços. O beijo abre caminho para uma relação mais próxima e pode fazer muita diferença quando estamos avaliando os diversos fatores que podem nos levar a estender uma relação. Confira nossas dicas e se prepare para sair beijando. Mas, claro, só as pessoas que valham a pena!

Marcelo Pacheco, 16, e Beatriz Camargo, 15

Marinheiro de primeira viagem
O primeiro passo é manter a calma: Relaxe! Se entregue à emoção. Beije sem encanações, não se preocupe se você está se saindo bem, se o outro está gostando ou não. Ele também deve acontecer com a pessoa que realmente gostamos e só depois de muita paquera. E quando rolar vá para algum lugar reservado, sem muitos expectadores. E o mais importante: beije na hora em que você se sentir pronto e não porque a galera está gritando: Beija! Beija! Se na hora H você não souber o que fazer, abra a boca bem devagar e tente imitar o que o outro está fazendo. O melhor exercício é explorar a boca do gatinho (a). Com certeza ele irá gostar. Mas se você não curtir, não vá desanimar. Pratique bastante, o jeito mais eficaz de aprender a beijar é beijando!

Desperte seu corpo: Beije!
O toque dos lábios movimenta 29 músculos. Também eleva os batimentos cardíacos que sobem de 70 para 150 por minuto, o que aumenta a oxigenação das células, estimulando a circulação. Esse delicioso exercício também ajuda a diminuir a insônia e as dores de cabeça. O corpo chega a queimar 12 calorias e a produção de hormônios aumenta, principalmente o nível de serotonina, o que nos dá aquela sensação de “estar nas nuvens”, já que essa substância química é responsável pela nossa sensação de euforia e relaxamento. Para uma vida saudável o beijo é imprescindível. Pratique!

Dicas para não pagar mico
Babento Atenção para não ficar com muita saliva na boca durante o beijo. Pode ter certeza que é desagradável ficar todo melecado de baba. Depois do beijo, dê um abraço e encoste seu rosto na boca dele(a), se ela estiver muito melecada é sinal de que você exagerou na dose... De baba!

The Flash Relaxe e aproveite cada segundo, nada de beijar como se o mundo fosse acabar em minutos. O beijo tem que ser com carinho, não do tipo “desentupidor de pia”, que suga até a alma do coitado(a)! E nada de enfiar a língua goela abaixo do gatinho(a)!

Boca de leão Não existe coisa pior do que ir beijar e na hora H vir aquele bafo. Cuidado com a higiene bucal e mantenha uma balinha sempre a mão.

Mão-boba Os meninos defendem a mãozinha que vai para lá e para cá, mas já as meninas... Elas gostam de carícias, como cafunés, abraços... Mas elas têm hora e tempo pra rolar!

Fique esperto!
Beijar muito realmente faz bem para a saúde, mas beijar muitas pessoas diferentes não é lá nada recomendável. Diversos males são transmitidos pela saliva. Os casos de gengivite, por exemplo, aumentaram muito nos últimos anos, provavelmente pelo hábito de ficar. Trata-se de uma infecção bacteriana muito desagradável, que provoca vermelhidão ao redor dos dentes, a gengiva fica inchada e sangrando.

O que muitos também não sabem é que a cárie e as placas bacterianas são transmissíveis. Vírus também são comumente transmitidos pelo beijo, um muito comum é o herpes labial provocado pelo vírus herpes simplex e pode causar bolhas e feridas nos lábios e na pele ao redor da boca.

Outra enfermidade bem mais grave é a mononocleose que recebeu o nome popular de “doença do beijo”. Ela pode apresentar sintomas como: fadiga, dor de garganta, tosse, inchaço dos gânglios, perda de apetite, inflamação do fígado e hipertrofia do baço. Assustador não? Por isso, galera, se cuida, não vá sair por aí beijando a torto e a direito! Agora a dúvida que todos têm: O HIV é transmitido pelo beijo? Na verdade não há evidências de transmissão. Contudo, considera-se a possibilidade de um risco teórico no caso de haverem simultaneamente lesões na boca do parceiro não infectado e sangramento na boca do parceiro infectado. Sacou?

Os farmacologistas pensando no bem estar dos beijoqueiros desenvolveram um spray que promete combater algumas dessas doenças transmissíveis. Desenvolvido à base de própolis, que induz a uma maior produção de anticorpos e ativa as células que combatem microorganismos. Com isso as chances de se contaminar são menores, mas não nulas. O produto, batizado de Beije, será lançado oficialmente no Carnaval. Quer uma data mais propícia?

sobre a adolescencia


Adolescência é uma das etapas do desenvolvimento humano caracterizada por alterações físicas, psíquicas e sociais, sendo que estas duas últimas recebem interpretações e significados diferentes dependendo da época e da cultura na qual está inserida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, adolescente é o indivíduo que se encontra entre os dez e vinte anos de idade. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece outra faixa etária: dos doze aos dezoito anos. Daniel Sampaio define adolescência como sendo uma etapa do desenvolvimento, que ocorre desde a puberdade à idade adulta, ou seja, desde a altura em que as alterações psicobiológicas iniciam a maturação sexual até à idade em que um sistema de valores e crenças se enquadra numa identidade estabelecida.

Muitas culturas reconhecem pessoas como “tornando-se adultas” em variadas idades. Por exemplo, a tradição judaica considera como adultos (membros da sociedade) os homens aos 13 e as mulheres aos 12 anos de idade, sendo a cerimônia de transição chamada Bat Mitzvah para as garotas e Bar Mitzvah para os rapazes. Os jovens católicos de ambos os sexos recebem o sacramento da Crisma por volta da mesma idade. No Japão a passagem para a idade adulta é celebrada pelo Seijin Shiki (ou “cerimônia adulta” em tradução literal).

A legislação de cada país prevê sua idade formal de maioridade, quando adolescentes passam a ser tratados como adultos.

Os aspectos físicos da adolescência (crescimento, maturação sexual) são os componentes da puberdade, vivenciados de forma semelhante por todos os indivíduos. Quanto às dimensões psicológica e social, estas são vivenciadas de maneira diferente em cada sociedade, em cada geração e em cada família, sendo singulares até mesmo para cada indivíduo. É neste contexto de alteração do próprio corpo e também de uma maturação ao nível do intelecto (operações formais e abstractas), que o adolescente procura entender quem é e qual o seu papel na sociedade em que vive: interessa-se por problemas de ordem moral e ética e, por vezes, adopta ideologias.

Atualmente, o conceito mais aceito é o de que não existe adolescência, e sim adolescências em função do político, do social, do momento e do contexto em que está inserido o adolescente. A adolescência guarda ainda especificidades em termos de gênero, classe e também etnia